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Mostrando postagens de setembro, 2020

MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIA X MEDICINA BASEADA EM CONHECIMENTO

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A questão basilar desta polaridade médica diz respeito à atuação dos remédios. Como eles funcionam? Como não se sabe como eles atuam, realiza-se o “teste randomizado” para avaliar a eficácia dos medicamentos. De onde nasceu essa ideia?  Será preciso retroceder a 1700, quando o “pai da ciência indutiva” Francis Bacon (Novum Organum) desenvolveu seu método empírico de confrontar duas tabelas: verdadeira X falsa. Depois em 1935, o estatístico britânico Ronald A. Fischer (The Design of Experiment) e o psicólogo alemão Karl Duncker (Zur Psychologie des produktiven Denkens) criaram um modelo que foi usado para implementar o “teste randomizado duplo cego”.  O que visa o teste randomizado? Chegar a uma “estatística correlativa”, quando se correlacionam dois subgrupos de pacientes: os que tomaram remédio verdadeiro X os que tomaram “placebo” (fake) — só que incorre em graves falhas: da não uniformidade dos grupos, efeito psicológico (de querer se curar), implicação moral etc.  A q...

Antropologia - A ORIGEM - I

 Antropologia - A ORIGEM - I A Paleontologia busca nos “fósseis” (Homo erectus, H. habilis e H. sapiens) as evidências da origem do ser humano. No entanto, essa hipótese indutiva mostra apenas a linha colateral humana decadente e que não resultou em nada. A verdadeira corrente humana começou na Lemúria, continente espremido entre África, Austrália e Sudeste Asiático, quando os continentes estavam unidos numa “Pangeia” (não existia a Índia - esta iria surgir em decorrência do afundamento da Lemúria, que levantou essa placa tectônica e empurrou o continente asiático, surgindo o pregueado Himaláico). Os seres humanos eram como embriões, assexuados, vivendo numa atmosfera vitalizante albuminosa espessa. Para nascer outro ser humano dependia das condições externas e era por brotação: o corpo se subdividia em dois. O espírito humano tinha mais consciência do lado espiritual do que encarnado (seria como um neném de meses, que mexe braços, pernas etc); e para sua alimentação, sugava a atmo...

ATLÂNTIDA - II

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  ATLÂNTIDA - II Antes de abordar as grandes migrações atlantes e as origens das raças-raizes (etnias), é preciso conhecer a Atlântida, a partir do relato de Platão no Timeu (São Paulo : Hemus, s.d.) que, ao fazer Escola de Mistérios por 10 anos no Egito, tomou conhecimento através de sacerdotes que lhe contaram sobre os “povos que habitavam além das colunas de Hércules”: Atlântida deve seu nome ao seu primeiro rei Atlas. Essa ilha estava situada entre América do Norte, Europa e África; e afundou 9.000 a.C. (segundo Platão), após cataclismo (Dilúvio bíblico), nas águas do oceano.  Atlântida nos remete ao tempo de He-Man e Shira (“eu tenho a força!”), quando os seres humanos dominavam certas forças da natureza e lhes davam “superpoderes”, como aplacar a agressividade animal, acelerar o crescimento vegetal, carregar pedras enormes, como também desenvolver tecnologias (desconhecidas para nós) para cortes de rochas, de energia ou combustível para aeronaves etc. Por isso se justifi...

AS GRANDES MIGRAÇÕES ATLANTES - III

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“Havia naqueles dias gigantes na Terra” (Gênesis 6,4). Eram Nefilins, super-heróis ou valentes da antiguidade (He-Man e Shira), como rezam antigas lendas sumerianas e outras tantas mais — ou “Atlantes”; que se multiplicaram, se diferenciaram nas diversas raças-raízes (Atlântida foi o berçário das diferentes etnias) e se espalharam pela Terra toda, em várias levas de migrações, como se pode ver no esquema abaixo de Günther Wachsmuth, carregando impulsos religiosos, sociais e étnicos, para cada região do orbe terrestre. Além de terem sido artistas rupestres, geoglíficos e megalíticos; pois, por onde passavam deixavam suas marcas registradas.  A Atlântida começou a ser povoada com a migração lemuriana vinda do sul, através da África, como vimos. Como a religião era o elemento agregador, o primeiro grupo se organizou em torno do Templo (ou Centro de Mistérios) de Saturno, do qual originou a 1ª corrente migratória para a América do Sul, a mais antiga, dando origem aos nossos índios sul-...

RETOMADA do CAMINHO ASCENSIONAL

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 RETOMADA do CAMINHO ASCENSIONAL  Em termos de evolução civilizatória, estamos vivendo a época da “alma da consciência”, a qual pressupõe a conquista do Ego, do pensar trivial (téchnai - técnico) — centrado na cabeça; com suas duas partes mais importantes (Platão): “Phantasie” (imaginação) e “Dóxa” (Super-ego). Através do primeiro, cultivamos o interior e nos tornamos artistas, poetas, fantasiosos, elocubradores, imaginativos, sonhadores, bem humorados etc. E através do segundo, que traduz “julgar”, nos arrasta para fora e nos tornamos tecnicistas, materialistas, críticos, azedos, intratáveis, arrogantes, poderosos etc. Essas duas qualidades que usufruímos atualmente nós recebemos como herança do passado.  — O que estamos fazendo hoje em termos de desenvolvimento do pensar para deixarmos de herança para a próxima geração? Vamos fazer um passeio através da evolução do pensar, utilizando antigo conhecimento dos sacerdotes egípcios, expresso na sua mitra (tipo chapéu papal) ...