Postagens

Por detrás do Espírito LUSITANO

 Por detrás do Espírito LUSITANO Os antigos portugueses vem de grande mistura de sangue. Os lusitanos (portadores da luz), povo guerreiro dos celtíberos, antiga colônia Atlante, deram origem aos habitantes do “Porto do Graal” (Portugal). E estes foram reencarnações dos antigos gregos.  E o que os gregos trouxeram para somar ao impulso português?  Trouxeram o pensamento novo, estético, dialético, filosófico, científico e dedutivo. Para isso era preciso amalgamar os extremos e para lá confluíram duas principais correntes humanas: os Jônicos, vindos da Ásia, raça morena, que os hindus chamavam da Yavanas, isto é, aqueles que adoravam a deusa Yona; representava o lado feminino e as forças receptivas da natureza fecunda que se implantaram em Atenas, através da estética nas artes, escultura, poesias e filosofias; e os Dóricos, vindos do norte, das frias planícies da Scytia e das montanhas da Trakya, raça loira, guerreira, rude e bárbara; representava o lado masculino, que se im...

LUSITANIA

 LUSITANIA  Portugal, Lusitania  “ex Occidente lux” — lux occitania. O fundamento da identitade lusitana está em íntima relação para com a luz. Poderia se dizer que o Espírito Lusitano é ligado à essência da luz, a alma lusitana jaz nas profundezas do mar e dali atrai os navegadores portugueses a sulcar a vastidão dos oceanos e o corpo é uma orla de terra, “um jardim a beira mar”, como diz Camões. Quando os Templários foram dizimados, formaram-se duas correntes: uma para norte, para a Escócia, que se tornou a Maçonaria escocesa e migrou para o norte na América. A outra corrente foi para Portugal e tornou-se a Ordem de Cristo, cujo grão Mestre foi Henrique, o Navegador. Através desta corrente Portugal fundou um império tropical, cujo centro tornou-se o Brasil, a nova Lusitania, um imenso Portugal. Lusitania tem relação com a luz e Escócia do grego “skotos”, sombra, treva. Depois do 6º período pós-Atlântico, o período eslavo-asiático, período da passagem do Eu para o Nós, c...

A abelha como ser sagrado

 A abelha como ser sagrado... 🌹✨ “A apicultura sempre foi muito valorizada; principalmente na antiguidade, a abelha era considerada um animal sagrado. Se você pegar um pedaço de cera de abelha na mão, na verdade você está segurando algo que no homem representa entre sangue, músculo e osso e que na organização interna do homem passa pela fase de ser cera. No entanto, a cera não se torna sólida, mas permanece fluida até se transformar em células sanguíneas, musculares ou ósseas. Na cera temos diante de nós o que carregamos dentro como forças, não como substância. Quando os homens nos tempos antigos faziam velas com cera de abelha e as acendiam, sabiam que estavam realizando uma ação maravilhosa e sagrada:  “Essa cera que queimamos agora é tirada da colméia; aí endureceu. Quando o fogo a derrete e evapora, a cera passa para o mesmo estado em que se encontra dentro de nossos próprios corpos.” Na cera derretida da vela, certa vez os homens perceberam algo subindo ao céu, algo que ...

TRATAMENTO para AUTISMO

TRATAMENTO para AUTISMO  A causa do autismo é a falta de encaixe do espírito no corpo. Isso é devido a vários motivos que antecedem a esta vida; e um deles é quando após o purgatório (kamaloka) o espírito não consegue adentrar a 2ª Esfera Solar, para elaborar seu futuro corpo — e recebe um emprestado das hierarquias (por isso não consegue interagir com seu corpo).  Além dos remédios Antrop para fortificar o cérebro e o metabolismo, terapias externas e orientação nutricional, esta oração abaixo deve ser proferida pelos pais e avós à noite. É preciso falar com o Eu dele para assumir o corpo.  Antonio Marques

ID E EGO

Imagem
 Id e Ego A alma existe desde os primórdios, desde Antigo Saturno, como filha do Logos (do Verbo) — Afrodite Cósmica.  Mas foi somente na fase Lunar incorporada na evolução humana. Mas como vivíamos numa condição misturada animal-homem (centauro), sofreu divisão entre qualidades inferiores e superiores, que na futura fase terrestre (hoje) conheceríamos como “instinto” (id) e “pensamento” (Ego).  A finalidade terrestre é unir as duas naturezas opostas do ser humano: a natureza inferior (corpos físico, etérico e alma) com a natureza superior (correspondente às potencialidades espirituais que recebemos das altas hierarquias).  Dizendo em outras palavras, nesta fase terrestre é preciso sublimar a parte inferior instintiva da alma (instintos e desejos animalescos), onde reside a potencialidade para as doenças, para dentro do domínio do Eu. Por isso temos que sair da polarização anímica (Ego) e subir a escada que leva ao espírito (através do pensar dedutivo goethiano) — pa...

CABEÇA — reflexo da EVOLUÇÃO

 CABEÇA — reflexo da EVOLUÇÃO  Nosso corpo é a imagem de Deus e guarda as 4 fases evolutivas planetárias. Isso é muito expressivo na cabeça, através dos 4 órgãos faciais: Antigo Saturno = calor (nariz) Antigo Sol = etérico (olhos) Antiga Lua = alma (ouvidos) Terra = Eu (nuca) O 1º par craniano é o olfatório, o mais primitivo e mais proeminente nos animais, que evoluem através do cheiro; por isso seus narizes são geralmente avantajados. O nariz tem a ver com o corpo físico: “dentro de Saturno, esta vontade humana entorpecida se revela à percepção suprassensível por meio de efeitos que podem ser comparados com cheiros” (GA 93). O olho, que foi criado pela luz (“faça-se a luz” no Antigo Sol), representa a maneira de reconhecer o corpo etérico (GA 312). O ouvido nos leva ao conhecimento da alma (ibid), cuja “estrutura se assemelha a um instrumento musical excelente e maravilhoso, em cujas cordas os mistérios do universo ressoavam” (F. Husemann).  Faltou a “boca” neste esquema...

BRACHER e JUIZ DE FORA

Imagem
 BRACHER e JUIZ DE FORA Agradeço ao Carlos Bracher o convite para falar sobre minha relação com a família Bracher, que vem desde quando cheguei dos meus estágios em hospitais alemães e suíços, em 1981. Fui clínico antroposófico da família durante bom tempo e desfrutava do castelinho com sua riqueza cromática e riquíssimos bate papos informais com Prof Bracher, Sra Hermengarda, Nívea e Décio, na cozinha e no jardinzinho de trás.  E da sua balaustrada descortinava-se Juiz de Fora aos nossos pés. E é da nossa cidade que gostaria de falar, pois aqui tem algo de mágico, de artístico, pois seu retalhamento triangular guarda segredos insondáveis — os quais ouso deslindar. Pode-se dizer que seu pioneirismo antecipa a “pós-pós-modernidade”, como disse meu amigo Mister Christopher Budd, economista britânico, quando esteve aqui em casa para bater papo sobre o futuro da sociedade.  Juiz de Fora atingiu em 100 anos um desenvolvimento vertiginoso e meteórico, com industrialização prósp...