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“Pensar” humano = reflexo do “Querer” divino

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Querer ou Vontade existe como potencialidade à espera que o nosso pensar determine como e onde atuar, no sentido de direcionar o movimento e o gesto. Existem dois tipos de movimentos: gerados pela “alma” e gerados pelo “espírito”.  1) A alma humana é trimembrada: “consciente - subconsciente - inconsciente” (ou Pensar - Sentir - Agir). A parte mais antiga está alojada na esfera abdominal e membros, que tem a ver com os instintos da alimentação, da reprodução e da motricidade. Denomina-se “id ou inconsciente ou agir”. Passamos por essa época na Lemúria, como brucutus — trogloditas — das cavernas.  Agora vamos dar um salto evolutivo, para chegar na nossa época da Alma da Consciência, que no fundo traduz a supremacia do Ego (sabendo que “o Ego nasceu do id” - Freud); e a caraterística mais importante é o “pensar téchnai” (técnico, segundo Platão), que nos faculta ter consciência sobre o mundo e criar novas coisas. Essa parte da alma que vive na cabeça se subdivide - segundo Platão...

LIBERALISMO

Dia 10 Dezembro é o Dia Mundial dos Direitos Humanos (1948).  O quê deveríamos comemorar? O LIBERALISMO.  Mas não existe atualmente!!!  LIBERALISMO Conhecemos o Liberalismo através das quatro liberdades essenciais de Franklin D. Roosevelt (1941): da palavra e expressão, de crença, de viver sem o império da necessidade e de viver sem medo; que inspiraram a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), a qual conferiu dimensão normativa à agenda internacional, misturando parâmetros legislativos e econômicos: de ordem pessoal (artigos 3º a 11º); dos direitos do indivíduo no seu relacionamento com os grupos a que pertence e às coisas do mundo exterior (artigos 12º e 17º); das faculdades espirituais, das liberdades públicas e dos direitos fundamentais (artigos 18º a 22º); dos direitos econômicos, sociais e culturais (artigos 22º e 27º).  No entanto, o Liberalismo está assentado na liberdade humana e no indivíduo moralmente produtivo, que se consubstancia em Cultura. O...

GRANDE RESET — Parte I

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 GRANDE RESET — Parte I Essa é a pauta de Herr Klaus Schwab, Presidente do Fórum de Davos (Suíça), para o próximo ano: “A crise do Covid-19 nos mostra que nossos velhos sistemas não são mais adequados para o séc. XXI. Ela revelou a falta fundamental de coesão social, justiça, inclusão e igualdade. Resumindo, precisam de um Grande Reset”. Como se pretende fazer isso? A pandemia serviu de plataforma para implementar antigas agendas da ONU de 2015 e do The Club of Rome: criar um mundo sustentável, com igualdade social, igualdade de gêneros, vacinas para todos (via OMS) etc. Para a enorme gestão de dados, entrarão a I.A. e o 5G, cujo objetivo será o poder nas mãos dos endinheirados — e de Bill Gates se ouve o mantra: “temos que reduzir a humanidade em 15%”.  Em nome de um falso humanismo se esconde a ditadura da maldade do totalitarismo mais perigoso da história: o poder do dinheiro — dos três setores do organismo social, se soerguerá o “Imperium Financeiro”, um retrocesso civiliz...

GRANDE RESET — Parte 2

 GRANDE RESET — Parte 2 De onde vem a ideação de “resetar” (deletar e reprogramar) o mundo? — Para os filósofos pessimistas, toda tentativa de obter felicidade é ilusória; sendo a “vontade humana” fruto do inconsciente indomável e “sedento por riquezas” (Rep. 442a, Platão), a qual não se consegue controlar; e por isso a humanidade deve ser exterminada para novo recomeço — segundo o filósofo alemão Karl Eduard von Hartmann (1842 - 1906).  Como efetivar esse intento? Através do “dinheiro”, pois é o agente da realização do homem no mundo — pode-se dizer que “dinheiro é espírito cristalizado”. Por isso o “machine man” foi colocado em movimento no pós-guerra, em 1945, quando as nações vencedoras se reuniram em Bretton Woods (USA), visando a recuperação da economia mundial. Duas propostas estiveram na mesa de discussão: “Plano Keynes”, do economista britânico John Maynard Keynes (1883 – 1946), com sua Câmara de Compensação Internacional (ICU = International Clearing Union) e o “Plan...

GRANDE RESET — Parte 3

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 GRANDE RESET — Parte 3 Deveríamos estar vivendo numa sociedade humanizada em decorrência do “Iluminismo” que varreu o mundo ocidental no séc. XVIII — denominado “Século das Luzes”. Mas algo deu errado. Afinal, porque o “iluminismo” não vingou no mundo?  Podemos dividir esse período em duas faces: a “visível” que deu certo — conhecemos como movimento cultural da elite europeia, cujo objetivo era a reforma do “organismo social”, o qual resultou no fim colonialismo e do absolutismo. Começou na América do Norte (1770) e se espalhou pela Inglaterra, Bélgica, Países Baixos, Suíça, Itália, Gênova e finalmente chegou à França (1789). Aqui no Brasil também tivemos nossas revoluções, conhecidas como Conjurações: Mineira, Carioca, Baiana, Pernambucana e dos Suaçunas.  Seus três ideais: “liberté - egalité - fraternité”, tem a ver com “liberdade” para o indivíduo (cultura), “igualdade” entre todos perante a lei (democracia / justiça) e “fraternidade” no trabalhar para o outro, para o...

Futura PRAÇA DOS TRÊS PODERES em Brasília

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De onde veio a inspiração para JK construir Brasília? Das previsões, lendas e histórias do passado? Será mesmo que o Brasil tem uma missão? Caso tenha, o quê lhe reserva seu futuro predestinado a resgatar os três ideais do organismo social saudável? Nesse caso, quais mudanças devem ocorrer no plano urbanístico da capital? Quais serão os três setores que devem se assentar na Praça dos Três Poderes? Dom Bosco relata que em 30.8.1883 foi arrebatado pelos anjos e viajou com eles num sonho e fez a seguinte revelação: “Entre os paralelos 15 e 20 graus, havia um leito muito largo e muito extenso, que partia de um ponto onde se formava um lago. Então uma voz disse repetidamente: “Quando escavarem as minas escondidas no meio destes montes, aparecerá aqui a Grande Civilização, a Terra Prometida, onde correrá leite e mel. Será uma riqueza inconcebível. E essas coisas acontecerão na 3ª geração” (Trecho do livro “Brasília Kubitschek de Oliveira”, de Ronaldo Costa Couto).  Nostradamus também arr...

DOUTOR MEDICINAE

Por que médico é Doutor sem ter doutorado? O termo Doutor vem do latim docere = ensinar; e isso se remonta à Idade Média, quando no final do estudo universitário, segundo a tradição dos Escolásticos (da Igreja), além de se graduar, se intitulava “doutor” e tinha a licença para ensinar (licentia doscendi) na Academia Médica.  Antes disso, a profissão médica (medicus) era realizada pelo praticante, cuidador ("medicina profana") e na Índia era conhecida como Rigvédica — era aprendida de maneira informal e através das tradições. Foi somente na Universidade de Gundishapur (Gundi = Grande, Sha = monarca, Pur = nome dele, na Pérsia - atual Irã), a partir de 666 d.C., ao se associar com a medicina turaniana (mongólica), a qual se especializara no domínio do corte ("medicina do corte" = cirurgia) é que a medicina começou a se tornar como a conhecemos hoje.  Lembrando que até essa data existiam duas medicinas: a sagrada (na Índia tinha no nome de Ayurvédica) e a profana (Rigv...